Ainda não entendo o que é o amor,
é como o Sol cada vez mais perto?
É como uma espada no peito?
É dar as chaves que abrem todos os medos,
os sonhos, o que é mais frágil, os desejos?
Me diga enquanto me abraça,
quantos dias duram o pra sempre
dos que se amam.
Se possível me abrace ainda mais forte,
e deixe que o silêncio responda
as perguntas sem respostas.
Ainda não entendo o que é solidão,
é como congelar de peito aberto?
É viver de eternas lembranças?
É pegar as chaves da casa que não existe mais,
desabada, sem pegadas, tudo ficou pra trás.
Só me abrace forte,
Só me abrace forte,
o mais forte que puder.
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